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Artillery – “The Face of Fear” (2018)

Artillery – “The Face of Fear” (2018)
Metal Blade Records
#ThrashMetal

Para fãs de: Dark AngelMetal ChurchExodus

Nota: 8,0

O Artillery pode ser considerado o maior expoente do Thrash metal dinamarquês. Formado no inicio dos anos 80 na cidade de Taastrup, subúrbio de Copenhagem , logo já no seu álbum de estréia, “Fear of Tomorrow” ganhou destaque na efervescente e iniciante cena do thrash metal oitentista, com musicas com riffs com muita velocidade e vocal diferenciado para o estilo.

Após muitas trocas de formações, idas e vindas ( a banda chegou a se desfazer por duas vezes) , a partir de 2007 o Artillery se firmou novamente no cenário e vem lançando álbuns regularmente. E o mais recente é este “The Face of Fear”, lançado no final

O que temos neste album é nada mais , nada menos que o tradicional estilo da banda, thrash metal old school, com grande influência de heavy metal tradicional. O Artillery conta na sua formação atual com os fundadores, os irmãos Michael Stützer e Morten Stützer nas guitarras, o baixista de longa data Peter Thorslund e os “novatos” Michael Bastholm Dahl no vocal e o baterista Josua Madsen, ambos na banda desde 2012.

No decorrer das onze faixas do álbum, temos um thrash metal muito bem tocado, com excelentes riffs e cozinha coeza, e um vocal bem encaixado às composições.Mesmo não querendo se repetir , o Artillery parece nos fazer uma celebração aos primeiros anos da banda, pois apesar da excelente produção, temos a impressão de ouvir um disco composto nos anos 80, e isso por si só já seria um elogio ao álbum.

Como destaques, podemos citar a faixa de abertura e titulo do álbum, “Face of Fear”, rápida e energética, “Crossroads to Conspiracy” com inicio cadenciado, “Sworn Utopia” com grande refrão e riffs em alta velocidade e a “balada thrash”, no melhor estilo das baladas do Testament e Metallica.Fecham o álbum duas regravações: “MInd of No return” que saiu como bonius nas reedições do clássico “Fear of Tomorrow” e “Doctor Evil” do álbum de 2013 “Legions”, que se não acrescentam muito, não diminuem a qualidade do álbum. UM excelente álbum para quem aprecia thrash metal. Ouça!

José Henrique

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