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Cleanbreak – “Coming Home” (2022)

Cleanbreak – “Coming Home” (2022)

Frontiers Music
#MelodicRock #HardRock #HardNHeavy #Metal

Para fãs de: Riot, Fifth Angel, TNT, Stryper

Nota: 8,5

Cleanbreak é mais um dos supergrupos da Frontiers. Dessa vez temos juntos: James Durbin (Quiet Riot, Durbin) nos vocais, Mike Flyntz (Riot V) nas guitarras, Perry Richardson (Firehouse, Stryper) no baixo e Robert Sweet (Stryper) na bateria. Em seu álbum de estreia “Coming Home” eles contam com Alessandro Del Vecchio na produção, teclados e vocais de apoio e exploram o som Hard/Heavy dos anos 80 e 90 com uma roupagem moderna e atual.

Antes do ouvir o álbum imaginei que um time desses traria uma proposta com peso e “punch”, mas sabendo quando vi a presença de Del Vecchio lembrei de todo seu histórico e logo imaginei que a força do projeto se diluiria tendo como resultado mais uma criação do “gerador de bandas aleatórias da Frontiers”. Mas ledo engano. Mesmo sendo possível identificar a abordagem e presença dele em alguns momentos, o álbum não perde sua força.

Com um trabalho impressionante dos músicos (vocais, guitarra e cozinha acima da média) o álbum abre com uma trinca que atinge o ouvinte na jugular (“Coming Home”, “Before the Fall” e “Dying Breed”) e sem dó nem piedade ainda o bombardeia com “We Are The Warriors”, a melhor música que o Dokken nunca gravou, a monstruosa “Dream Forever”, a intensa veloz e agressiva “Still Fighting”, a fumegante “No Other Hearts” e a trovejante e furiosa “The Man Of Older Soul”.

Com melodias cativantes, riffs colossais, refrãos contagiantes, solos absurdos, vocais estratosféricos e cozinha primorosa, o Cleanbreak tritura o ouvinte do início ao fim, não cai no erro de confundir peso com substância, não soa repetitivo e nos brinda com um dos melhores álbuns de um “supergrupo” da Frontiers.

João Paulo Gomes

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