Extreme – “Six” (2023)
earMusic
#HardRock
Para fãs de: Dokken, Winger, Van Halen
Texto por João Paulo Gomes
Nota: 8,5
Com quarenta anos de carreira e cinco álbuns de estúdio na bagagem o quarteto de Boston ressurge, após um hiato de treze anos, com um Hard Rock atualíssimo repleto de riffs, harmonias vocais, músicas contundentes, baladas e algumas surpresas, mas sem esquecer de suas raízes.
Gravado no estúdio de Nuno Bettencourt, em Los Angeles, “Six” é a prova contundente do crescimento/evolução musical da banda.
Por “falar” em Nuno Bettencourt, ele, em entrevista à Guitar World, disse que daria continuidade ao legado de Eddie Van Halen: “Quando Eddie morreu, isso realmente me atingiu. Eu não vou ser o único a assumir o trono, mas senti certa responsabilidade de manter a guitarra em voga. Então, você perceberá que este álbum está pegando fogo”.
E está mesmo. Nuno nocauteia o ouvinte com a maestria de seus riffs e solos geniais durante toda a audição como prova de que sua qualidade ultrapassa os limites de sua geração em uma performance incendiária (menção honrosa aos outros músicos que executam um excelente trabalho).
Duvida? Ouça a trindade inicial com a explosão perversa de “Rise”, a energia violenta de “#Rebel” e a pedrada esmagadora de “Banshee”.
Mesmo sem acertar o tempo todo a banda desfila algumas de suas melhores canções enquanto navega entre a tempestade e a calmaria, sem esquecer daquele “algo diferente” que sempre povoa seus álbuns. “Six” é um retorno triunfante!
Melhores músicas: “Rebel”, “Rise” e “Banshee”

