The Sign Records
#RockandRoll, #ClassicRock, #HardRock
Nota: 10
Demorei muito para fazer a resenha deste álbum do quarteto sueco Honeymoon Disease. Não por culpa da qualidade das músicas, e sim por conta da minha rotina diária, mas no fim das contas foi muito bom, porque eu passei as duas últimas semanas ouvindo ininterruptamente este álbum, e posso dizer que ele ficará por muito tempo na memória do meu tocador. Que delícia passar um tempo ouvindo esta banda. Tudo se encaixa, não há exageros, não tem frescura, nada sobra nas músicas, e os vocais femininos caem como uma luva em cada letra e cada verso de cada música.
Deixando claro que a banda não tem a veia Heavy Metal, estritamente, mas desce a lenha no melhor estilo Rock and Roll, com letras cativantes e melodias que remetem aos anos dourados do Rock. A banda mais próxima à sonoridade de Honeymoon Disease que me vem à mente é D-A-D (Disneyland After Dark) da década de 80/90, misturado com Chuck Berry. Todas as faixas têm aquela aura anos 70, mas com a força e a tecnologia do século 21, uniram o melhor dos dois mundos. Outro álbum que deveria vir com o selo “Cuidado! Altamente viciante!”.
Destaques para a cativante “Calling You”, a sueca “Rymdvals”, a monstruosa “Only Thing Alive” e por último, mas não menos deliciosa de se ouvir a “It’s Alright”. Só para citar algumas e não deixar a resenha grande demais, porque todo o disco é ótimo, na verdade excelente. Se cuida resto do mundo, a Suécia está se revelando um tremendo celeiro de ótimos talentos. Ouça! Na verdade, terá que esperar até outubro, que é quando o álbum chega às lojas, mas deixe anotado o nome da banda e do álbum, não vai se arrepender. Enquanto isso vá curtindo o vídeo aí em baixo.
Divirta-se!
Mauro B. Fonseca
