Liberation Fest 2018
Bandas: Genocídio, Excel, Walls Of Jericho, Arch Enemy, Kreator
Local: Audio Club, São Paulo/SP
Data: 17/11/2018
Produção: Liberation MC
Assessoria: The Ultimate Music
Texto por Johnny Z.
Fotos por Guilherme Werneck
Feriado prolongado é sinônimo de cidade vazia. Foi uma delícia ir do Tatuapé (Zona Leste), até a Audio Club, Barra Funda (Zona Oeste) em pouco mais que 15 minutos, sem nenhum trânsito e com lugar para parar o carro bem perto e sem aqueles malditos ‘tomadores de conta’ de carro. Tudo estava perfeito e (a princípio) nada podia me estragar aquele sábado. Será?
Da mesma forma que ano passado tivemos a primeira edição do Liberation Fest, esse com as bandas King Diamond, Carcass, Lamb Of God, Heaven Shall Burn e Test, essa segunda edição também mostrou que não devemos segregar estilos dentro do Rock/Metal, muito menos fãs. Tivemos Thrash Metal, Crossover, Metalcore, Death Metal e Melodic Death Metal, ou seja, uma verdadeira salada musical metálica. Ponto mais uma vez para a Liberation que não só se mostrou firme nas escolhas como provou por A + B que o respeito, além de ser obrigatório, quando se é bem empregado e organizado tem tudo para dar mais que certo. E deu!
Pontualmente às 18hs, o Death Metal dos gigantes do Genocídio deu o pontapé inicial com um público relativamente em bom número. Fico pensando aqui com meus botões, porque cazzo essa molecada não dá mais atenção aos nossos gigantes do Metal? Porra! O Genocídio está na ativa desde 1986, gravou grandes álbuns e merecia uma maior atenção por parte do público, mídia, produtores e etc. A Liberation não só viu isso como trouxe a banda para seu festival. Mais um ponto para eles!
Sobre o show, os caras são como um rolo compressor no palco, e mesmo com seus parcos 30 minutos de tempo disponível simplesmente arregaçaram. Eu, como fã antigo e verdadeiro da banda que já devo ter visto uns 15 shows deles, não me canso de vê-los ao vivo. A iluminação estava bem discreta, sem muitas exuberâncias e som estava um pouco embolado na primeira música, “Requiescat In Pace”, mas depois tudo se acertou. Show do Genocídio é sempre sinônimo de cacetada e isso se comprovou não só nos clássicos da banda como, também, em faixas mais recentes provando que a banda vai muito bem obrigado. Destaques ficaram por conta de “Under Heaven None”, faixa mais recente do álbum homônimo, a apocalíptica “Cloister”, “Uproar”, sempre bem querida pelos fãs (me ponho nesse meio), a antiquíssima “The Grave” emendada de forma visceral com a também recente e pulsante”Kill Brazil” (que refrão para se berrar junto!), e a rifferama de “The Clan” fechando a apresentação de forma suprema. Essa música, para mim, é mais um clássico do grupo mostrando que não vivem somente do passado e que não só as faixas antigas podem ser definidas como clássicos!
Uma pena que a belíssima faixa “Transatlantic Catharsis” foi limada da apresentação por conta do tempo. Parabéns Murillo Leite (vocal/guitarra), Wanderley Perna (baixo), Gil Oliveira (bateria) e Rafael Orsi (guitarra), vocês mandaram muito bem e todos os presentes mostraram bem isso com muitos aplausos (pra variar um pouco)! Dá próxima vez, espero que deem pelo menos mais uns 30 minutinhos de show para os “tiozinhos/meninos”, pois eles e nós todos merecemos (risos).
Setlist Genocídio:
Intro
Requiescat In Pace
Under Heaven None
Uproar
Cloister
Fire Rain
The Grave
Kill Brazil
The Clan
Somberkkast (Outro)
Uma coisa que tenho que colocar aqui vai em relação a equipe técnica, roadies e etc. Os caras conseguiam desmontar tudo e montar novamente para a banda seguinte em questão de minutos! Eram 18hs45 quando o Excel entrou no palco. Vergonhosamente confesso que, mesmo com mais de 30 anos de sua formação e já pela segunda vez no país, não conhecia o som da banda, apenas sabia que tocavam um Crossover bem groovado na linha de Suicidal Tendencies e Infectious Groove, com toques mais alternativos de um Rage Against The Machine, por exemplo, ora pesados ora até mesmo funkeados. Vejam bem, a proposta da banda até que me agrada, pois gosto de coisas que saem da bolha Heavy Metal e vão para um âmbito mais expandido. Os caras tocam super bem e com muita energia, são super carismáticos no palco, ou seja, contagiam o público, mas as músicas ao vivo não me agradaram tanto. Achei um pouco cansativo e meio ‘sem pé nem cabeça’ certas horas. Não leve isso como um desrespeito, pelo contrário, é apenas opinião pessoal deste redator mesmo.
Enfim, som super nítido, iluminação já bem melhor que no primeiro show, inclusive o vocalista Dan Clements até pediu, com uma educação fora de série, para não usarem a luz branca que ia direto nos rostos dos músicos. Se fosse outro ou chutava microfone ou mandava os iluminadores para todos os lugares. Educação é tudo, meus amigos!
O show rolou sem problemas, com todos os músicos e público (agora maior) curtindo o momento, pulando feito loucos onde até o guitarrista Alex Barreto quase levou um tombo monstruoso ao se enroscar no pedestal do microfone enquanto pulava e tocava. O mais engraçado é que Dan, antes de iniciar seu show, estava caminhando pelo palco enquanto os técnicos montavam os equipamentos usando um capuz e uma mochila ENORME nas costas que devia ter a sua VIDA TODA lá dentro. Vai entender o motivo do cara andar com tudo para lá e para cá, mas no final do show ele pegou a mesma mochila e de dentro tirou cds, camisetas e jogou para o público. Baita atitude!
No mais, sem destaques para mim por conta do que foi dito, mesmo que o público que conhecia bem a banda tenha se esbaldado abrindo muitas rodas e tal, apenas expresso meu total respeito.
Setlist Excel:
Intro
My Thoughts
Wreck Your World
Your Life
Split Image
Insecurity
Never Denied
Shadow Winds
Social Security
Spare The Pain
O metalcore do Walls Of Jericho entrou no palco as 19hs45 com tudo! Mas tudo mesmo! Se querem uma banda que esbanje energia, eis aqui um dos mais caóticos e brutais do estilo. Esses americanos, que já tocaram por essas terras outras vezes, liderados pela cantora Candence Kucsulain, foram uma grande surpresa para esse quem vos escreve. Conhecia a banda de nome, mas também não estava ambientado em sua sonoridade. Confesso que gostei e muito! Peso violento e ensurdecedor, rifferama afiada e muita gritaria me transformaram em mais um fã. Realmente me impressionei! Tirando o (monstro) baterista Dustin Schoenhofer (mesmo sentado, o cara ESMURRAVA sem dó numa violência absurda seu kit), logicamente, todos os músicos pareciam que estavam ligados nos 220 volts! Não paravam no mesmo lugar por mais que 2 milissegundos, era impressionante a energia que eles passavam para o público. Impossível ficarmos parados ou incólumes a esse show. A presença de palco da pequenina ruivinha Candence, somadas a sua simpatia, alegria e do ‘vozerão da porra’ foi um destaque a parte. O que essa mulher toma após um show para fazer com que sua garganta não exploda? Jesus Cristo! Será que ela consegue, pelo menos, conversar com alguém depois? (risos) Voltando ao (baita) show, destaco também o peso ensurdecedor que saia das guitarras de Chris Rawson e Mike Hasty. Uma verdadeira saraivada de riffs abafados e cavalgados para se equiparar a qualquer banda de Thrash Metal que se preze. Imaginem um Hatebreed até mais metal? Imaginaram? Pois bem, apresento a vocês o Walls Of Jericho. Aaron Ruby (baixo), era outro maníaco no palco mandando bem inclusive até nos backing vocals e refrãos. Como é bom quando vamos a um show e temos uma qualidade de som impecável. Ah, como é bom! Com isso, pudemos apreciar todos os montantes e camadas de som desses americanos e extrair o que de melhor eles tem, atitude! Conquistaram mais um fã! Muitas rodas se formaram a pedidos de Candence, e quem era trouxa de não obedecer a aquela mulher? (risos) Ela e todos os outros transformaram o palco e plateia em ringues de boxe! Para mim os (violentos) destaques ficaram por conta de “All Hail The Dead”, “No One Can Save You”, “Playing Soldier Again”, a brutal “The American Dream”, onde todos fomos ‘agraciados’ com gritos de “FUCK THE AMERICAN DREAM”, e a destruidora “Revival Never Goes Out Of Style” com direito a Candence e Aaron no meio do público, literalmente nos ombros de alguns fãs sortudos. Show assim é mais puro que injeção de adrenalina na veia!
Setlist Walls Of Jericho:
Relentless
All Hail The Dead
No One Can Save You From Yourself
Forever Militant
A Little Piece Of Me
Playing Soldier Again
I Know Hollywood And You Ain’t It
Trigger Full Of Promises
Feeding Frenzy
A Day In A 1000 Years
The American Dream
Revival Never Goes Out Of Style
Em torno de meia hora foi o tempo para que os técnicos e roadies montassem todo o palco da atração a seguir. A adrenalina do show anterior estava tão grande que esse tempo passou quase que num piscar de olhos. Com o palco todo montado, repleto de bandeiras, backdrop imenso, bateria idem, eis que as 21hs, já com a pista praticamente lotada (a pista premium mesmo cheia ainda tinha alguns pequenos espaços no seu final) surge nos auto falantes “Ace Of Spades”, do saudoso Motörhead, com as luzes parcialmente apagadas, e todos ali presentes cantaram tão alto que provavelmente Lemmy deve ter ouvido de onde quer que ele esteja. Era a deixa para que a introdução mecânica “Set Flame To The Night” desse o aval para que uma das bandas mais aguardadas e queridas da atualidade, Arch Enemy, entrasse no palco. O exponencial sucesso que a banda vem conseguindo nos últimos anos é algo impressionante e a cada ano que passa parece que cresce ainda mais!
Na minha humilde opinião, praticamente o Arch Enemy antigo já não existe mais, pois aquela sonoridade mais sombria e mais Death Metal deram lugar a ao mais melódico com o passar do tempo. Ficou ruim? Nunca! Mas menos sombrio isso ficou, sejamos realistas. Enfim, com a entrada da vocalista Alissa White-Gluz, elevou-se ainda mais o status de “mainstream” da banda, mesmo que sua antecessora, Angela Gossow, estivesse no caminho para isso antes de abandonar os palcos e ficar na parte empresarial da banda. Para aumentar ainda mais essa ascensão, Jeff Loomis (guitarra, ex-Nevermore) se juntou a banda há três anos e bingo: SUCESSO GARANTIDO! Que dupla de guitarras, meus senhores! Que dupla! Michael Amott e Jeff Loomis simplesmente deixam qualquer boquiaberto com a técnica dos dois. Algo fora de série! Sem contar que Daniel Erlandsson (bateria) é outro monstro de fazer nego chorar de como é fora da curva, ainda temos a bela Alissa para dar uma “limpada” nas caras feias de todos os outros no palco, contando com o gigante Sharlee D’Angelo (baixo) que como “modelo” é um baita peso pesado oops, baixista (risos). O charme e obviamente a força/poder que Alissa emana pelas cordas vocais destoam de todo mundo, por mais técnicos que sejam.
Segunda vez com Alissa, e sexta vez que a banda toca no Brasil, o Arch Enemy fez provavelmente seu melhor show em nossas terras, talvez se equiparando ao show do saudoso Via Funchal, em São Paulo, no ano de 2007, ainda com Angela Gossow nos vocais. Iluminação completa, som impecável e cristalino próximo ao palco (mesmo algumas pessoas me falando que mais para o final da pista comum estava um pouco embolado), histeria e euforia do público foi tanta que os primeiros minutos de “The World Is Yours” praticamente só se ouvia gritos! Insano! “Ravenous”, clássico da era Angela Gossow veio na sequencia como um soco na cara do público! Alissa, logo após sua entrada na banda, em 2013/2014, as vezes tendia a forçar um pouco a voz de um jeito que não me agradava, tanto em estúdio como ao vivo, parecendo que estava “esganiçando” sua voz, mas agora me parece que ela achou um ponto que não precisa mais disso e consegue fazer corretamente as partes mais brutais de Angela Gossow. Ainda bem, pois isso se mostrou em evidência em “Ravenous” e faixas como “My Apocalypse”, “We Will Rise” e, especialmente, em “Nemesis”. Vale uma nota que a banda provavelmente se focará agora somente nos álbuns que gravaram com Angela e Alissa, deixando os três primeiros álbuns com a formação original para serem executados pela banda “paralela” Black Earth, que conta com a formação antiga com Johan Liiva (vocal), bem como o ex-guitarrista e membro original, Christopher Amott, irmão de Michael. Se isso vier a ser concretizar mesmo, acho uma excelente ideia, desde que excursionem por aqui, também, e não só pelo Japão, onde até gravaram um álbum/DVD ao vivo lá!
Senti a falta de faixas como “Dead Eyes See No Future”, “Revolution Begins” e “Bloodstained Cross”, talvez fossem mais esperadas ou queridas, mas dá para entender que nem sempre dá para fazer um setlist maior por conta do tempo e ser, também, um festival. Voltando ao show, a iluminação ímpar, a qualidade do som, os músicos, a vibe e a sinergia banda/público nesse show foi alto estupendo. As faixas mais novas, dos últimos álbuns da banda, “War Eternal” (2014) e “Will To Power” (2017) podem soar mais melódicas em estúdio, mas ao vivo se mostraram com um peso cavalar maior, o que me fez a prestar mais atenção neles, pois como disse antes, a parte mais sombria e pesada de antigamente tinha dado lugar a melodia em demasia me fazendo distanciar um pouco da banda nos últimos anos. Como destaque cito “Ravenous”, “War Eternal” (cantada por todos, também), “My Apocalypse” (nessa o chão tremeu pra valer!), “The Race” (que peso nos riffs!!), “As The Pages Burn”, as magníficas “Dead Bury Their Dead”, “We Will Rise” e “Nemesis” (essa fechando a noite de forma cavalar!). Um belíssimo show e uma aula de Melodic Death Metal, graciosidade, peso, técnica, energia e profissionalismo de todos os envolvidos. Pois bem, nem tudo foram flores para mim, que ao final dessa apresentação minha coluna simplesmente “gritou” e não conseguia sequer ficar de pé. A tarefa a seguir era de se aguentar o máximo possível para assistir ao show de uma das bandas que eu mais amo, o Kreator. Não foi nada fácil!
Setlist Arch Enemy:
Set Flame To The Night (Intro)
The World Is Yours
Stolen Life
War Eternal
My Apocalypse
The Race
You Will Know My Name
Blood On Your Hands
Intermezzo Liberté
The Eagle Flies Alone
First Day In Hell
As The Pages Burn
Dead Bury Their Dead
We Will Rise
Avalanche
Snowbound
Nemesis
Fields Of Desolation (Outro)
Eram 23hs, eu chorava de dor, o público deu uma leve melhorada pois notei que muitos saíram após o show do Arch Enemy de onde eu estava, achei ótimo pois poderia ficar ainda mais perto do palco. Mas poucos minutos depois, todos que saíram parecem que voltaram trazendo mais dois amigos cada um! Lotou de um jeito inexplicável e a tarefa de ficar em pé e aguentar foi cada vez mais indo para o ralo. O grande Kreator entrou no palco com apenas um backdrop mostrando a capa do último álbum, “Gods Of Violence” e mais nada. Simples onde o menos é mais. Jogo ganho! Não adianta, eles pisam no palco já ganhando de goleada.
Antes da introdução “Mars Mantra”, tivemos a execução da faixa “Run To The Hills (Iron Maiden) e, obviamente, todos também cantaram de forma vigorosa. Acho muito interessante esse tipo de coisa, dá um gás diferente para quem está prestes a ‘explodir’ (risos)! Após a introdução, Mille Petrozza (vocal/guitarra), Sami Yli-Sirniö (guitarra) – nunca consegui decorar o nome inteiro dele (risos) -, Christian Giesler (baixo) e Jürgen “Ventor” Reil (bateria) entraram no palco emendando logo de cara “Phantom Antichrist” colocando a Audio Club (de novo) no chão! Era impossível de aguentar o empurra-empurra que estava ali na frente, e mesmo bravamente eu aguentei com as fortes dores na coluna, tocando um verdadeiro “foda-se” e pensando comigo: “O Kreator está aqui, foda-se mesmo!” (risos). Alguns pequenos problemas técnicos tiraram completamente o som nessa música, mas foi questão de poucos segundos, o que não atrapalhou em nada a aniquilação. “Hail To The Hordes” deu as caras com seu andamento médio e com a iluminação bem sombria deu um clima ainda maior.
Mille conversou muito com público, agradeceu demais os presentes como eu nunca o tinha visto antes. Estava realmente feliz e animado por estar ali. Ao final do “bla bla bla”, a pequena introdução “Army Of Storms” foi tocada dando a deixa para “Enemy Of God” dilacerar nossos tímpanos de forma brutal. Que música sensacional! Se um dia cogitarem de tirarem-na do setlist já aviso: vai dar merda (risos)! Uma chuva de papel picado desnecessária ao meu ver caiu sobre todos, mas nessa altura eu já não estava na frente, pois não aguentei mais. Fui lá para traz tentar sentar um pouco e de lá não saí por quase metade do show, intercalando sentadas e levantadas, ou seja, aos trancos e barracos. Mas beleza, isso não interessa a ninguém e ninguém quer saber, vamos ao show de novo pois, com certeza, vocês estão cagando pra mim (risos).
A hipnótica “Satan Is Real” ficou ainda mais diabólica por conta do jogo de luzes e e fumaça que juntos pareciam labaredas de fogo saindo direto do inferno, se tornando um dos pontos altos da apresentação. “Civilization Collapse” e as clássicas – e outras que jamais devem sair do setlist – “People Of The Lie” e “Flag Of Hate” deram o ar da graça, onde nessa última Mille pedia para o publico gritar o nome da música várias e várias vezes empunhando a “bandeira do ódio”.
Ok, tchau. Sim pessoal, infelizmente tive que ir embora depois dessa e não pude conferir o restante do show, indo direto para o hospital. Seria muito desrespeitoso com vocês leitores eu vir aqui “inventar” coisas até o fim do show ou “acochambrar” o texto com o de outros, o que vejo muito por ai e me revolta, então a resenha para por aqui. Conversando com outros amigos que ficaram até o fim, disseram-me que a banda foi impecável no palco, como de costume. O que mais me chateou foi ter perdido a execução das faixas “Phobia”, “Fallen Brother”, “Gods Of Violence”, “Hordes Of Chaos” e “Violent Revolution”, que acho simplesmente sensacionais. Espero que eles não demorem mais tanto tempo como demoraram dessa vez, e voltem logo para eu me “redimir”. Hail Kreator!
Parabéns á Liberation MC e à todas bandas, técnicos, roadies, assessores e profissionais envolvidos pelo excelente festival, organização, profissionalismo e pontualidade que pude comprovar nesse sábado (quase) sensacional.
Setlist Kreator:
Mars Mantra (Intro)
Phantom Antichrist
Hail To The Hordes
Army Of Storms (Intro)
Enemy Of God
Satan Is Real
Civilization Collapse
People Of The Lie
Flag Of Hate
Phobia
Gods Of Violence
From Flood Into Fire
Hordes Of Chaos
Fallen Brother
Violent Revolution
Pleasure To Kill



























































