Hoje damos início as publicações de nossas listas de melhores do ano de 2017. Nos próximos dias serão publicadas, em links individuais, todas as listas de nossos editores e após todas listas publicadas teremos uma somatória geral Metal Na Lata. Fiquem ligados.
Johnny Z. (Redator-Chefe)
Álbuns internacionais:
Savage Messiah – Hands Of Fate
Cannibal Corpse – Red Before Black
Havok – Conformicide
Accept – The Rise Of Chaos
Kreator – Gods Of Violence
Warbringer – Woe To The Vanquished
Audionerve – Burn Your System
Tankard – One Foot In The Grave
Galactic Empire – Galactic Empire
Act Of Defiance – Old Scars, New Wounds
Álbuns nacionais:
Wael Daou – Sand Crusader
Nervochaos – Nychtophilia
Dorsal Atlantica – Canudos
Cavalera Conspiracy – Psychosis
Genocídio – Under Heaven None
Sepultura – Machine Messiah
Pastore – Phoenix Rising
Deathgeist – Deathgeist
Puritan – Sucursal do Inferno
Trezzy – Circo XIII
Álbum ao vivo internacional:
Accept – Restless & Live
Álbum ao vivo nacional:
Velhas Virgens – 30 Anos: Ao Vivo no Love Story
DVD/Blu-Ray internacional:
Arch Enemy – As The Stage Burns
DVD/Blu-Ray nacional:
Roadie Metal – Volume 1
Capa internacional:
Panzer – The Fatal Command
Capa nacional:
Embrio – Karmadoom
Show internacional:
Amon Amarth – Tropical Butantã, São Paulo/SP (27/05/2017)
Show nacional:
Krisiun – Tropical Rock Fest, São Paulo/SP (02/06/2017)
Bandas internacionais que gostaria de ver em 2018:
Savage Messiah e Dream Evil
Bandas nacionais que gostaria de ver em 2018:
Takken e Affront
Revelações internacionais:
Souldrinker e Sons Of Apollo
Revelações nacionais:
Takken e Mofo
Álbum internacional que não gostou:
Operation Mindcrime – The New Reality
Álbum nacional que não gostou:
Raimundos – Acústico (Ao Vivo)
Decepção musical internacional:
Dio Returns (Holograma)
Decepção musical nacional:
Uma única distribuidora brasileira que continua, sem fundamento, se negando a enviar material ao Metal Na Lata para resenha e divulgação, mas os envia para sites sem tanta – ou quase nenhuma – expressão. As nossas portas estarão sempre abertas para caso algum dia esse desrespeito seja sanado, caso contrário, continuaremos fazendo nosso trabalho só que sem dar crédito à mesma.
Por conta de 2017, quem você mandaria tomar no cu?
Assessores, gravadoras e músicos que só por terem nos enviado material para resenha, acham que devemos, obrigatoriamente, dar nota alta ou lamber seus respectivos sacos nas nossas avaliações. Isso é jabá, e nem eu nem o Metal Na Lata estamos à venda! Se você faz isso, nem perca tempo em nos enviar nada. Aqui é crítica construtiva (nunca destrutiva) e 100% honestidade sem rabo preso com ninguém! Não concorda e quer dar uma de “fudidão” enfia uma dentadura no cu e vai rir para um caralho!
Enquete técnica:
Melhor vocalista:
Nacional: Alax William (Heaviest/Confessori/Jackers) e Mário Pastore (Pastore) *
Internacional: Myles Kennedy (Alter Bridge)
Melhor guitarrista:
Nacional: Wael Daou (Sand Crusader)
Internacional: Mark Tremonti (Alter Bridge)
Melhor baixista:
Nacional: Castor (Torture Squad)
Internacional: Alex Webster (Cannibal Corpse)
Melhor baterista:
Nacional: Eloy Casagrande (Sepultura)
Internacional: Christopher Williams (Accept)
Melhor tecladista:
Nacional: Rafael Agostino (Armored Dawn)
Internacional: Derek Sherinian (Sons of Apollo)
* Não é ficar em cima do muro, pois musical e tecnicamente eu acho os dois os melhores atualmente nessa função. Se alguém quiser ficar ‘putinho’, pensar qualquer merda por conta disso, ou quiser bolar teorias de conspiração sórdidas e maquiavélicas extra musical, foda-se! Cago e ando! A parada é imparcial, musical e puramente técnica! Não misturem as coisas!
