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Perpetual Requiem estreia com “An Ocean of Sorrow” e leva peso, melancolia e experimentação ao Metal brasileiro

Perpetual Requiem estreia com “An Ocean of Sorrow” e leva peso, melancolia e experimentação ao Metal brasileiro

EP de estreia do trio reúne atmosferas sombrias, elementos progressivos e instrumentação incomum para construir uma identidade própria

O Perpetual Requiem estreia oficialmente com “An Ocean of Sorrow”, EP que combina o peso do Metal com melancolia, atmosferas sombrias e elementos progressivos. Lançado nesta quinta-feira, 3 de setembro, o trabalho apresenta a identidade musical do trio e chega às plataformas digitais como o primeiro registro oficial da banda.

Ouça “An Ocean of Sorrow”:
https://distrokid.com/hyperfollow/perpetualrequiem/an-ocean-of-sorrow

Formado por Fernando Boccomino (vocais e guitarra), Marco Nunes (guitarra, baixo e vocais) e Fábio Moysés (bateria), o Perpetual Requiem reúne músicos experientes da cena pesada brasileira. No entanto, o novo projeto parte de uma direção diferente, construída a partir de uma maior liberdade criativa e da possibilidade de explorar caminhos que não encontravam espaço em seus trabalhos anteriores.

Essa liberdade está diretamente ligada à concepção de “An Ocean of Sorrow”. Em vez de seguir uma fórmula específica, o trio utiliza diferentes texturas, estruturas e referências para construir uma sonoridade própria. “A sonoridade do Perpetual Requiem nasceu da necessidade de expressarmos musicalmente mais elementos do que fazíamos em nossas bandas anteriores. Aqui existe uma liberdade maior, e isso abriu um espaço enorme para experimentação”, explica Marco Nunes.

Musicalmente, o EP é construído a partir de guitarras de sete cordas, vocais que alternam diferentes nuances e melodias marcantes. A base pesada convive com elementos progressivos, atmosféricos e góticos, criando contrastes entre agressividade e contemplação. Dessa forma, o Perpetual Requiem amplia a linguagem do Metal sem abandonar o peso que sustenta suas composições.

“Esse trabalho é repleto de sentimentos e realizações. Juntar forças novamente foi uma experiência muito especial, não apenas para colocarmos nossas ideias musicais em prática, mas também para nos reaproximarmos como amigos. O som é pesado, denso e repleto de melodias carregadas de emoção, que se unem a letras profundas sobre solidão, tristeza, perseverança e superação. É um trabalho para ouvir no volume máximo!”, comenta Fernando Boccomino.

As referências também ultrapassam as fronteiras do gênero. Entre as principais referências estão nomes como Anathema, Paradise Lost, Katatonia, Opeth e Pink Floyd, influências que ajudam a explicar a presença de momentos mais densos, melancólicos e contemplativos ao lado das passagens de maior intensidade.

A faixa “Eternal Rains”, primeiro single do grupo, funciona como uma das portas de entrada para o universo do EP. A música antecipou a combinação de peso, melodia e atmosfera que percorre o trabalho, mas o lançamento completo amplia essa proposta ao apresentar quatro faixas com diferentes nuances e possibilidades sonoras.

Outro diferencial está na utilização de instrumentos convidados. Carlos Cassius, músico ligado ao Conservatório de Tatuí, participa com trombone em “Eternal Rains”. Já Lais Paes acrescenta cello à faixa-título, “An Ocean of Sorrow”, enquanto André Bortolai contribui com teclados em “Bitter Past”. Os arranjos ampliam as texturas das composições e reforçam o caráter experimental do EP sem perder sua base pesada.

A produção também segue uma abordagem consciente. Produzido pela própria banda, “An Ocean of Sorrow” foi mixado e masterizado por Marco Nunes no Tori Studios, em São Paulo. A busca por uma sonoridade orgânica aparece especialmente na bateria, registrada sem o uso de triggers ou substituição por samples.

Nas letras, Fernando Boccomino aborda temas como desespero, medo, angústia e sofrimento, mas também deixa espaço para pequenos sinais de esperança. Essa dualidade acompanha a própria construção musical do EP, que transita entre peso e melancolia, tensão e contemplação.

O resultado é apresentado em quatro faixas:

“Eternal Rains”
“Bitter Past”
“An Ocean of Sorrow”
“The Pleasure of Freedom”

As músicas e os arranjos são assinados pelo Perpetual Requiem. A capa foi desenvolvida por Fernando Boccomino e Jean Santiago, da Santart.

Com “An Ocean of Sorrow”, o Perpetual Requiem estabelece o primeiro capítulo de uma trajetória que nasce sem se limitar às fronteiras tradicionais do Metal. O EP apresenta uma banda disposta a explorar diferentes possibilidades sonoras e estabelece as bases para os próximos capítulos do projeto.

“An Ocean of Sorrow” já está disponível para audição nas plataformas digitais.

Créditos: Fotos por Ivo M.

PERPETUAL REQUIEM nas redes: @perpetualrequiemband

Assessoria de Imprensa:
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(@jzpressassessoria)

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