Perpetual Requiem estreia com “Eternal Rains” e revela sonoridade melancólica e atmosférica
Single apresenta o novo projeto formado por músicos com passagens por ChaosFear, Genocídio, Critical Mass e Sacrifix e antecipa o EP de estreia ‘An Ocean of Sorrow’
O Perpetual Requiem apresenta “Eternal Rains”, seu single de estreia e primeiro capítulo de uma proposta musical que combina o peso do Metal com atmosferas melancólicas, elementos progressivos e uma abordagem profundamente emocional. A faixa integra ‘An Ocean of Sorrow’, EP de estreia do trio, que reúne músicos experientes da cena brasileira em uma formação dedicada à exploração de novas possibilidades sonoras e será lançado no dia 3 de setembro.
Formado por Fernando Boccomino (vocais e guitarra), Marco Nunes (guitarra, baixo e vocais) e Fábio Moysés (bateria), o Perpetual Requiem reúne integrantes com passagens por nomes como ChaosFear, Genocídio, Critical Mass e Sacrifix, dentre outros. No novo projeto, porém, os músicos deixam de lado expectativas associadas aos trabalhos anteriores para construir uma identidade própria, mais livre e experimental.
Ouça “Eternal Rains” nas plataformas digitais:
https://distrokid.com/hyperfollow/perpetualrequiem/eternal-rains
“Eternal Rains” apresenta essa direção por meio de guitarras de sete cordas, vocais limpos e sombrios, melodias marcantes e uma atmosfera que transita entre o peso e a contemplação. Ao lado da base de Metal, a composição incorpora elementos menos convencionais ao gênero, ampliando consideravelmente a paleta sonora da banda.
Entre eles está o trombone de vara de Carlos Cassius, músico convidado do Conservatório de Tatuí, cuja participação adiciona uma dimensão incomum ao arranjo. No EP, essa expansão instrumental também aparece no cello de Lais Paes, na faixa-título “An Ocean of Sorrow”, e nos teclados de André Bortolai, em “Bitter Past”.
A proposta do Perpetual Requiem nasce de uma ampla combinação de referências. Anathema, Paradise Lost, Katatonia, Opeth, Ihsahn, Porcupine Tree e Pink Floyd, estão entre as influências ligadas ao universo mais progressivo, melancólico e atmosférico do grupo, enquanto Sisters of Mercy e Depeche Mode acrescentam elementos de sua vertente gótica.
“A sonoridade do Perpetual Requiem nasceu da necessidade de expressarmos musicalmente mais elementos do que fazíamos em nossas bandas anteriores. Aqui existe uma liberdade maior, e isso abriu um espaço enorme para experimentação”, explicou Marco Nunes.
Essa liberdade também aparece na abordagem da produção. A banda optou por preservar o caráter orgânico da bateria, sem utilização de triggers ou substituição por samples, enquanto violões, slide guitar, teclados, cello e instrumentos de sopro foram incorporados aos arranjos de maneira estrutural, e não apenas como elementos decorativos.
As letras de Fernando Boccomino exploram temas como desespero, medo, angústia e sofrimento. Entretanto, a escuridão não é absoluta. Pequenos sinais de esperança atravessam as composições e criam um contraste que se torna parte importante da identidade do projeto.
Produzido pelo próprio Perpetual Requiem, ‘An Ocean of Sorrow’ teve mixagem e masterização de Marco Nunes, no Tori Studios (SP). O trabalho busca preservar a dinâmica e a riqueza de camadas das composições, permitindo que novos detalhes sejam descobertos a cada audição.
“Eternal Rains” funciona, assim, como uma apresentação precisa do universo que o Perpetual Requiem pretende construir: pesado, melancólico e detalhista, mas sem se limitar às convenções do Metal.
Tracklist de ‘An Ocean of Sorrow’:
1- “Eternal Rains”
2- “Bitter Past”
3- “An Ocean of Sorrow”
4- “The Pleasure of Freedom”
Músicas e arranjos: Perpetual Requiem
Capa: Fernando Boccomino e Jean Santiago (Santart)
Fotos: Ivo M.
Mídias sociais: @perpetualrequiemband
Assessoria de Imprensa:
JZ Press (@jzpressassessoria)

