Ícone do site METAL NA LATA

Yngwie Malmsteen duvida que inteligência artificial (IA) substitua músicos ao vivo

Yngwie Malmsteen duvida que inteligência artificial (IA) substitua músicos ao vivo

Texto/Colaboração: Paula Jabur
Edição: Cristiano Ruiz
Fotos: Divulgação

o guitarrista sueco Yngwie Malmsteen não acredita que a inteligência artificial (IA) vá tirar o lugar dos músicos nos palcos. Em entrevista ao programa Trunk Nation With Eddie Trunk, da SiriusXM, ele afirmou que, mesmo com o avanço da tecnologia, o público continuará querendo ver pessoas de verdade tocando.

“Pense bem: as pessoas não vão comprar ingressos para uma arena e assistir a um robô tocando. Não acredito nisso. Acho que elas ainda querem algum tipo de interação humana”, disse Malmsteen.

O músico não descarta que a inteligência artificial tenha alguma influência na produção musical, mas acredita que seu impacto pode ser passageiro. Para ele, nada substitui a energia de uma apresentação ao vivo.

“Mesmo com todas as tendências indo e voltando, sempre haverá aquela vontade de sentir o impacto do Rock and Roll, ou seja lá como você queira chamar, com pessoas de verdade tocando. Tenho bastante certeza disso. Mas posso estar errado”, acrescentou.

Yngwie Malmsteen vê riscos no uso da inteligência artificial

Questionado sobre a própria relação com a tecnologia, Malmsteen disse que não utiliza inteligência artificial, embora conheça suas possibilidades. Ele considera que a ferramenta pode ser útil em áreas como o direito, especialmente quando é necessário reunir grandes volumes de informação.

O guitarrista, porém, alertou que a tecnologia também pode ser usada de maneira prejudicial.

“Não acho que a tecnologia seja ruim por si só. Ela pode ser usada para fins ruins, mas não considero que seja ruim em si”, explicou.

Novo álbum de Yngwie Malmsteen chega em novembro

A entrevista foi ao ar em 27 de outubro. Malmsteen também se prepara para lançar Hell or High Water, seu novo álbum, em 13 de novembro, pela Music Theories Recordings e Artone Label Group.

O disco terá “Father”, faixa de encerramento escrita em homenagem ao pai do guitarrista, que morreu em 2025. A gravação conta com Nick Marino nos teclados, Emilio Martinez no baixo e Kevin Klingenschmid na bateria.

Sair da versão mobile