Candlemass – “Sweet Evil Sun” (2022)

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Candlemass – “Sweet Evil Sun” (2022)

Gravadora: Napalm Records
Estilos: #DoomMetal #EpicDoomMetal #HeavyMetal

Para fãs de: Black Sabbath, Pentagram, Sorcerer, Heaven And Hell

Nota: 7,5

Após o magnífico “The Door to Doom”, confesso que estava ansioso por esse novo capítulo na vida do Candlemass. A longevidade na estrada faz os suecos serem referência, ou, o verdadeiro pilar de um estilo e isso é para o bem e para mal.

“Sweet Evil Su” é o décimo terceiro álbum de estúdio mostrando que por certa parte estão aqui para agradar os fãs fiéis. O trabalho é um carrossel nostálgico correndo por estruturas e amarras do passado, e esse é o seu maior pecado.

O Candlemass hoje é refém das próprias ideias, mas não vai muito além delas. Não por falta de criatividade, mas por estagnação (ou medo) de mostrar algo realmente novo. Até a produção soa igual. Tudo limpo, meio vintage (em certos pontos), mas sem aquela poeira clássica do Epic Doom Metal. Um novo velho ou um velho se achando novo, e é isso que “Sweet Evil Sun” soa nas audições.

Pesado e carregado de uma atmosfera dramática, mas falta aquele appeal épico que os consagrou no passado. Não têm aquele apelo poderoso e imponente, são fórmulas e mais fórmulas sendo recriada de “cinza e preto” com cheiro de naftalina.

Obviamente que passa longe de ser ruim, afinal, os riffs “sabbathicos” jamais podem ser desmerecidos, ouça “Wizards of the Vortex” e “Angel Battle”. A interpretação teatral de Johan Längquist é um show a parte tamanha hipnose que o vocalista causa, principalmente em músicas como “Black Butterfly”, “When Death Sighs”, “Scandinavan Gods” e “Crucified”.

O resultado após os últimos segundos de “A Cup of the Coffin”, é que“Sweet Evil Sun” serve para manter o Candlemass em evidência, e no final, às vezes é isso que importa para a banda.

William Ribas

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