Suidakra – “Cimbric Yarns” (2018)

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Suidakra – “Cimbric Yarns” (2018)
AFM Records
#FolkMetal#MelodicDeathMetal

Para fãs de: EnsiferumWintersunBlind Guardian

Nota: 7,5

Aquele clima medieval, trilha sonora perfeita para um bom vinho dentro de uma taberna, música no melhor estilo Blind Guardian em faixas como “A Past and Future Secret” e “The Bard’s Song: In the Forest”, é que o ouvinte encontrará nesse 13º álbum do Suidakra. Ao invés de seu Folk Metal extremamente trabalhado, dessa vez os caras optaram pelo formato acústico, que leva o ouvinte a uma viagem como se estivesse em um teatro.

A formação da banda que conta com Arkadius Antonik (Guitarra, Banjo, Harmônica, Arranjos Orquestrais), Sebastian Jensen (Guitarra, Vocal) e Ken Jentzen (Baixo), recebeu reforços de peso para dar o clima necessário, contando com Marcel Schoenen (Vocal), Mathias Zimmer (Vocal), Sascha Aßbach (Vocal), Tina Stabel (Vocal), Shir-Ran Yinon(Violão e Violino) e Catalina Popa (Flauta).

“Cimbric Yarns” é na verdade, a continuação da saga iniciada no álbum anterior, “Realms of Odoric” (2016) e é resultado da parceria entre o mentor da banda Arkadius Antonik e o pintor belga Kris Verwimp que declarou que “Cimbric Yarns” remete a saga para onde tudo começou; milhares de anos antes do tempo de Odoric, onde existia uma civilização avançada que pereceu em um grande cataclismo cósmico, narrando a trajetória dos 3 personagens principais, Cruác Arma e Aenea.

Dentre as 10 faixas que compõem o trabalho, destaque para a linda melodia de “Ode to Arma” e os arranjos orquestrais de arrepiar de “Snakehenge”.

Apesar de não ser muito fã do formato acústico, é interessante ver que uma banda que você admira, ousar caminhos antes não explorados. Mas que esse experimento pare por aqui, e a banda volte a fazer aquilo que faz de melhor: Death/Folk Metal cheia de pompa, lindos arranjos orquestrais e peso descomunal. Só nos resta esperar.

Mauro Antunes

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