Wildness – “Resurrection” (2022)
Frontiers Music
#HardRock #MelodicRock #AOR
Para fãs de: H.E.A.T., Vega, Nitrate, Arctic Rain
Nota: 8,5
O Wildness retorna com seu terceiro álbum, “Resurrection”, produzido, mixado e masterizado por Erik Modin principal compositor, baterista e fundador da banda que agora é composta pelo novo vocalista Erik Forsberg (ex-Blazon Stone), além de Marcus Sjosund (baixo), Adam Holmström e Pontus Sköld (guitarras) e conta com convidados bem especiais nos vocais de apoio: Danny Rexon (Crazy Lixx), Hank Erix (Houston), Ludvig Turner (Reach) e Dani Hart.
Totalmente calcado nos anos 80 com toques de synthwave, mas com uma produção polida e atualíssima, “Ressurection” é o primeiro álbum da banda pela Frontiers (depois de ter deixado a AOR Heaven) e segue o caminho traçado pelos seus predecessores.
Composto de vocais melódicos, sintetizadores em profundidade, melodias poderosas, refrãos cativantes e guitarras vibrantes o álbum é puro êxtase para os amantes do estilo. A brilhante “Nightmare” abre o álbum e dá o tom do que o ouvinte encontrará, como a agressiva “Release The Beast”, os AORs de “Tragedy” e da vibrante “Best Of Me”, a dramática “Fading Sun”, a poderosa “Love Resurrection”, a divertida “Final fantasy”, a ótima “The One And Only” e tantos outros exemplos que congelam o tempo e o espaço retratando o estilo das trilhas sonoras dos anos 80.
A banda mostra evolução, mas ainda há espaço para melhora. As próprias baladas são exemplos disso, pois quebram a sequência do álbum negativamente. “Resurrection” é uma coleção de canções que irá agradar em cheio os ouvintes do estilo.
João Paulo Gomes




