Suicidal Angels – “Profane Prayer” (2024)

Suicidal Angels - Profane Prayer
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Suicidal Angels – “Profane Prayer” (2024)

Nuclear Blast Records | Shinigami Records
#ThrashMetal

Para fãs de: Slayer, Kreator, Exodus

Texto por Caio Siqueira Iocohama

Nota: 10

O grupo grego Suicidal Angels retorna com “Profane Prayer”, seu mais recente lançamento após cinco anos do aclamado “Years Of Aggression”. Apesar de sua relativa juventude como banda, formada em 2001, eles continuam a manter a essência do thrash metal clássico, apresentando riffs velozes, uma bateria excepcional e vocais potentes. Com este novo álbum, a banda promete entregar mais uma vez uma experiência intensa e autêntica aos fãs do gênero.

A primeira música, “When The Lions Die”, evoca imediatamente o estilo do renomado grupo alemão Kreator, trazendo um riff muito bom que traz consigo uma ótima melodia. Em seguida, “Crypts Of Madness” surge como uma fusão inspirada entre Slayer e Exodus, com seu riff inicial reminiscente dos primeiros trabalhos do Slayer e uma sequência que incorpora a energia característica do Exodus. A combinação dessas influências resulta em uma BAITA música.

“Purified By Fire” começa com um riff que só de imaginar ser tocado já chega a cansar a mão. Extremamente rápido e técnico, já a sua reta final é mais cadenciada e pesada, sendo, com certeza, um dos destaques do álbum. “Deathstalker” deixa um pouco de lado a bateria típica de Thrash Metal e traz um riff bem pesado.

Apesar de sua extensão de mais de 8 minutos, a faixa título apresenta uma abordagem mais progressiva, alternando entre momentos mais lentos e outros com destaque para as habilidades das guitarras. No entanto, ela não se destaca tanto em comparação com “The Return Of The Reaper” que tem vários riffs bons que combinam com a violência da bateria.

Já no terço final do álbum, “Guard Of The Insane” começa um bom baixo se destacando e guitarras rápidas que também aparecem em “Virtues Of Destruction” que é a menor música do álbum, mas é uma das melhores, sem dúvidas.

“Profane Prayer” se encerra com a longa “The Fire Paths Of Fate” que possui bons momentos como visto por volta do minuto 06:20, tendo um dos melhores riffs do álbum que tem uma excelente produção e clareza nos instrumentos, assim como no trabalho anterior, sendo mais uma boa adição à discografia do grupo.

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