
Sinner – “Brotherhood” (2022)
Atomic Fire Records | Shinigami Records
#HeavyMetal, #HardRock, #HardNHeavy
Para fãs de: Primal Fear, Pretty Maids, Victory
Nota: 8,5
Com uma longa carreira Mat Sinner (baixo: Sinner, Primal Fear, Voodoo Circle) retorna para o vigésimo álbum de estúdio do Sinner: “Brotherhood”. Essa irmandade conta com o mesmo “cast” do álbum anterior (Tom Naumann e Alex Scholpp (guitarras), Markus Kullman (bateria), Giorgia Colleluori e Sascha Krebs nos vocais) e muitos convidados: Oliver Palotai (Kamelot), Ralf Scheepers (Gamma Ray, Primal Fear), Ronnie Romero (Lords Of Black, Rainbow), Tom Englund (Evergrey), David Ingram (Benediction), Erik Martensson (Eclipse, W.E.T.), Mark Basile (DGM), dentre outros.
Deixando para trás “Santa Muerte”, que possuía muitas influências do Thin Lizzy, o Sinner coloca o metal em primeiro plano em “Brotherhood”. Emoldurado por um absurdo Hard/Heavy, suas ásperas canções contam com solos poderosos, riffs efervescentes, excelentes melodias e as contribuções ainda elevam o patamar do álbum.
Honestamente “falando” nunca fui um grande fã da banda, apesar de ter vários álbuns. Mas mesmo o Sinner não estando entre as minhas favoritas, é preciso reconhecer sua importância, principalmente de Matt Sinner, aqui e em tantos outros projetos, nesses quarenta anos de estrada. Isso tudo faz com que “Brotherhood” tenha mais ainda me surpreendido. Positivamente.
Como destaque cito a eufórica “The Rocker Rides Away”, a alta adrenalina de “We Came To Rock”, a teatral “The Man They Couldn’t Hang”, o Hard Rock de “Brotherhood”, a brutal “Refuse To Surrender”, a melancólica e sombria “The Last Generation”, a “thinlizzyana” “40 Days, 40 Nights” e a bombástica “Bulletproof”.
“Brotherhood” é um dos melhores álbuns da banda dos últimos anos. O incansável Matt Sinner passa por cima dos seus problemas de saúde e prova que ainda tem muita lenha para queimar.
João Paulo Gomes









