
Amorphis – “Queen of Time” (2018)
Nuclear Blast Records
Para fãs de: Angel Dust, Orphaned Land, In Flames
#PowerMetal, #ThrashMetal, #MelodicHeavyMetal, #SymphonicMetal,
#DeathMetal, #ProgressiveMetal, #DoomMetal, #MelodicRock, #AmorphisMetal
Nota: 10
Banda finlandesa, com muitos anos de estrada, discografia consistente, respeitável e sólida, lançando seu 13º álbum de estúdio, mas antes de falar da música, vamos falar da capa do disco? Que viagem! Que capa linda! Dá para ficar um tempão observando e descobrindo (ou será imaginando?) coisas. Que linda!
O som do Amorphis, para mim, fala por sí, e é completamente fora de série e impossível de classificar. Do meu ponto de vista, fazem mais ou menos 30 anos que a banda vem pavimentando e consolidando o próprio estilo de Metal, e gravando o nome na história do estilo; todos (ou quase todos) os estilos de Metal são contemplados nas músicas da banda. Neste álbum, ainda acrescentaram instrumentos “alienígenas” ao Metal, como o saxofone por exemplo, acrescentaram também instrumentos menos incomuns, como a flauta (amplamente utilizada por bandas de Folk Metal), algumas orquestrações e corais de vozes femininas também se fazem presentes. Tudo isso não diminiui um grama do peso das músicas.
As músicas continuam complexas, densas, pesadas, com vocais limpos e guturais misturados, com as guitarras pesadas marretando a orelha do ouvinte, refrãos que se autoadesivam na mente para nunca mais saírem de lá e que te fazem querer ouvir novamente os demais álbuns da banda para relembrar como a banda chegou até este momento, e por último, mas não menos importante, te faz querer banguear a cabeleira feito um louco alucinado enquanto teus tímpanos são surrados pelas notas que saem das caixas de som…
Destaque para o álbum todo, mas preste especial atenção em “The Bee”, “Wrong Direction”, “Heart of a Giant”, “Among Stars”, Pyres on The Coast” e “The Golden Elk”. Para mim, esse play entra fácil nos 10 melhores deste ano e muito provável que me acompanhe por um tempão na rotina diária. Ouça aí e tire tuas próprias conclusões.
Divirta-se!
Mauro B. Fonseca





