
Antioch – “II: First Strÿke” (2015/2018) (Relançamento)
Marquee Records
#HeavyMetal, #ThrashMetal, #DoomMetal, #HardRock, #PowerMetal
Para fãs de: Judas Priest, Kiss, Whiplash, Acid, Rob Halford, Type O Negative
Nota: 7,5
Álbum desta banda canadense relançado pela Marquee Records, traz o EP de estreia como material bônus, ao todo são 15 faixas. Ouvimos aqui uma sonoridade “suja”, lembrando muito as bandas de Hard Rock do final dos anos 80 e início dos anos 90. Vocais agressivos, hora agudos, hora graves, mas na maior parte do tempo permanecendo nos registros médios. As batidas rápidas e as guitarras construídas em cima de riffs simples, guitarras bases com notas sustentadas, enquanto as vozes brincam, remete imediatamente ao Judas Priest dos anos 80.
Os riffs que fornecem a base onde o restante da música se apoia, fazem que você preste atenção em cada faixa, soma-se ao fato de que o baixo em diversos momentos deixa o papel de coadjuvante, para assumir o papel de protagonista, remetendo também aos anos 80, ao melhor estilo Kiss.
Por vezes os andamentos dignos da fase áurea do Type O Negative é entrecortado por vocais agressivos. No momento seguinte a sonoridade Thrash Metal assume o posto, remetendo à bandas clássicas como Whiplash, Acid, etc.
O contraste que existe entre instrumental e voz, faz o álbum se tornar interessante, mais ainda, evita que o álbum se torne algo linear e sem graça, com versões da mesma faixa repetidamente. Há faixas com ritmo, batida e sonoridade instrumental típicas de Thrash Metal, com a voz usada ao melhor estilo Rob Halford (guardadas as devidas proporções, é claro!). Faixas com sonoridade instrumental voltada para o Power Metal, com as vozes usadas ao melhor estilo Doom Metal. Eu gostei da variação musical presente no álbum. Apesar de achar que destacar alguma faixa seria uma forma de não privilegiar todas as variações presentes no álbum, vou destacar a música que mais me chamou atenção, “Antioch”.
Divirta-se!
Mauro B. Fonseca





