
Baest – “Danse Macabre” (2018)
Century Media Records
#DeathMetal, #Splatter
Para fãs de: Bloodbath, Entombed A.D., Bolt Thrower
Nota: 8,5
Com pouco mais de três anos de existência, o quinteto dinamarquês Baest chega ao seu primeiro trabalho. Cercada de muita expectativa, afinal, não é qualquer banda iniciante que é escalada para tocar no Summer Breeze Festival na Alemanha, nem no Tuska Festival na Finlândia, o grupo deu suporte a ninguém mais ninguém menos do que Abbath, criando uma grande expectativa acera de seu primeiro álbum de estúdio. E a Century Media acertou em cheio ao apostar no grupo, uma vez que seu death metal acaba expressando agressividade, brutalidade, mas também criatividade. E isso fica claro em “Danse Macabre”.
Citando entre suas influências nomes como, Bloodbath, Entombed, Morbid Angel, Obituary e ABBA (????), o grupo esbanja agressividade em faixas como a estupenda “Crosswhore”, que abre o álbum trazendo linhas de guitarra que deixariam a dupla West/Peres (dupla clássica do Obituary) orgulhosa. A pancadaria de faixas como “Hecatombe” bem como da faixa título deixam claro que a banda sabe muito bem oque quer com sua podridão. “Astra Mors” e “Messe Macabre” comprovam isso. “Ritual”,é uma bela faixa instrumental que serve de introdução para a desgracenta “Vortex”que por sua vez, antecede o final brutal e truculento de “Ego Te Absolvo”.
Com pouco tempo de estrada, o quinteto formado por Simon Olsen (vocal), Svend Karlsson (guitarra), Lasse Revsbech (guitarra), Mattias Melchiorsen (baixo) e Sebastian Abildsten (bateria) mostra que o death metal corre nas suas veias. Uma banda que muito em breve será lembrada por todos os apreciadores do metal da morte.
Sergiomar Menezes





