
Bloodhunter – “Blood Hunter + Live in Madrid” (2014/2020) (Relançamento)
Independente
#DeathMetal, #ThrashDeathMetal
Para fãs de: Arch Enemy, Carcass, Torture Squad, Nervosa
Nota: 9,0
Nascido em terras Galegas (Espanha), em 2008, o Bloodhunter, conta em sua formação Dani Arcos (guitarra), G. Starless (guitarra), Carlos Vivas (bateria), Daniel Luces (baixo) e Diva Satânica (vocais). Seguindo a escola de Death Metal de Gotemburgo (Suécia), em 2013 lançam a demo “The First Insurrection”, chamando a atenção da mídia especializada. Expressando uma alma versátil, em 2014 lançam seu autointitulado atualizando faixas apresentadas anteriormente e incluindo mais 9 composições inéditas.
Agora, 6 anos depois, nos presenteiam com o seu relançamento contando ainda com material bônus “Live In Madrid”, que mostra toda melodia brutal da banda num registro visceral ao vivo. Dos vocais fantásticos vindos do âmago de Diva Satânica, riffs e solos brutais da dupla Arcos e Starless, à cozinha mortal conduzida com maestria por Vivas e Luces, a bolachinha é primorosa, sabe aquele álbum que você gosta mais a cada audição?
Temos de tudo um pouco por aqui, de linhas melódicas somadas à brutalidade, progressividade e diversidade de estilos musicais, sem “deixar cair a peteca” esse relançamento nos faz compreender que eles (a) já nasceram prontos. Agora falemos sobre o registro ao vivo, algo que me consterna muito em minha vida de headbanger sempre foram as bandas que não sustentavam ao vivo o que haviam produzido em estúdio.
Isso não acontece de maneira alguma com o grupo, ao vivo eles trazem o fogo do inferno direto para os nossos ouvidos, aqui é possível sentir a alma dos músicos em cena, com uma vibração digna das grandes bandas Suecas do mesmo estilo de metal.
Agradeço imensamente aos Deuses infernais por propiciarem a existência de bandas como esta. Faixas como “The Queen Beast”, “Possessed by Myself” e “Bring Me Horror”, são mais que suficiente para glorificar a carnificina despejadas pelos espanhóis.
Nem sempre temos a sorte de assistir ao próprio nascimento, mas o Bloodhunter o faz com um profissionalismo digno das grandes bandas do cenário.
Edson do Carmo (Colaborador)





