Hell In The Club – “Hell Of Fame” (2020)

Hell In The Club - Hell of Fame
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Hell In The Club“Hell Of Fame” (2020)
Frontiers Music
#HardRock#MelodicRock#HairMetal

Para fãs de: Motley Crue, Bai Bang, Crazy Lixx

Nota: 8,0

Composto por Davide “Dave” Moras (Elvenking) nos vocais, Andrea “Picco” Piccardi nas guitarras, Andrea “Andy” Buratto (Eternal Idol, Secret Sphere) no baixo e o novo baterista Marco Lazzarini (Archon Angel, Secret Sphere) o Hell In The Club, que gera seu som da fusão de suas raízes Power Metal com o Hard Rock e o Sleazy, lança “Hell Of Fame”, seu quinto álbum.

Gravado, mixado e masterizado por Simone Mularoni (DGM) no Domination Studio em San Marino, Itália, “HOF” é uma explosão de rock.

Como Dave afirmou: “É um álbum mais direto em comparação com nosso último álbum “See You On The Dark Side” e eu estava honestamente um pouco cético sobre isso no início. Mas, como sempre acontece, o pensamento simples e instintivo é melhor do que pensar demais. Espere um álbum de hard rock direto, ainda viciante e emocionante, com o som familiar e a marca registrada do Hell In The Club”. O baixista Andy concordou: “Obviamente, acho que é um álbum muito bom e muito genuíno. Tivemos uma abordagem mais direta dessa vez e deixamos as músicas mais naturais. Já adoro tanto quanto a nossa discografia e tenho certeza de que você também irá gostar!”.

Apesar de haver muitas referências ao Motley Crue (“Here Today, Gone Tomorrow”, “Last Of An Undying Kind” e “No Room In Hell” (com pitadas de Lynch Mob)) não é apenas isso que a banda apresenta. Temos “We’ll Never Leave The Castle” (abrindo o álbum e o apetite do ouvinte ao passear de Danger Danger a Reckless Love), “Joker” (Motley, Def Leppard e Tesla no mesmo caldeirão) e “Mr. Grouch” (Hard Rock “na lata” com seu clima Dokken/Skid Row).

A banda ainda tem qualidade para trazer mudanças de direção durante a audição como em “Lullaby For An Angel” (balada no estilo Bon Jovi, Poison e L.A. Guns), “Nostalgia” (divertida brincadeira com “Major Tom” de Peter Schilling com elementos dos anos 80 e um quê de Power Metal e “Tokyo Lights” (Melodia AOR revestida de Hard Rock).

Apesar de em alguns momentos parecer que tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, às vezes, você só precisa desligar o cérebro, bater a cabeça e mergulhar em um Rock ‘N’ Roll sem frescuras. É o que o Hell In The Club tem de melhor a oferecer.

João Paulo Gomes

 

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