The Darkness – “Pinewood Smile” (2017)

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The Darkness
 – “Pinewood Smile” (2017)

Cooking Vinyl
#HardRock#GlamRock#GlamMetal

Para fãs de: Guns N’ RosesMotley CrueThin Lizzy

Nota: 8,0

E uma das bandas mais odiadas do rock está de volta! Sim, pois quando se fala do The Darkness, não há meio termo: ou você curte, ou simplesmente odeia. E infelizmente, pelo que se lê e ouve por aí, a maioria acaba optando pela segunda opção. Azar de quem pensa desse jeito, pois está perdendo uma grande banda de rock! Sim, de ROCK. Se você ainda nutre aquele preconceito bobo pelos trejeitos e falsetes aos quais o vocalista Justin Hawkins acabou fazendo sua marca registrada, pode ser que você mude de opinião aqui. Sim, os falsetes e trejeitos ainda estão lá, mas de uma maneira mais comedida. A guitarra de Dan Hawkins, seu irmão, continua afiada, buscando inspiração em nomes clássicos do rock, tendo á frente o inesquecível Thin Lizzy (mas quero deixar claro que não estou de maneira alguma comparando as bandas). Este novo trabalho, também marca a estréia do baterista Rufus Taylos (filho do baterista do QueenRoger Taylor). E o quee o grupo apresenta aqui é um belo de um disco de rock n roll!

Começando com o “rockão” “All The Pretty Girls” ( que nos leva de volta às músicas de “Permission To Land”, lançado em 2003), a banda resgata sua sonoridade mais visceral, algo que os álbuns “One Way Ticket To Hell… And Back, de 2005, Hot Cakes de 2012 e Last Of Your Kind de 2015 (sendo que neste último o grupo deu uma certa revigorada). Faixas como “Buccaneers of Hispaniola”, “Solid Gold” (onde o guitarrista Dan deixa sua veia setentista bem nítida), “Souther Trains” (com umapegada hard/heavy), “Lay Down With Me, Barbara” (com ótima performance de Justin), ” I Wish I Was in Heaven” (simples, mas eficiente), “Hapiness” e a baladinha “Stampede of Love”, onde novamente, Dan mostra ser um baita guitarrista, comprovam que a banda está novamente nos trilhos.

A versão completa do álbum conta com 04 faixas bônus, á saber: “Uniball”, “Rack of Glam”, “Seagulls (Losing My Virginity)” e “Rock in Space”. Boas, mas num nível um pouco mais abaixo das faixas presentes na versão regular; Que essa formação se estabilize, que os problemas internos cessem, e que o grupo siga firme com essa pegada. O rock n’ roll só tem a ganhar com bandas como o The Darkness!

Sergiomar Menezes

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