Atlas Pain – “What The Oak Left” (2017)
Scarlet Records
Nota: 8,0
Banda novata italiana, fundada em 2013 na cidade de Milão, região da Lombardia, e formada por Samuele Faulisi (vozes, guitarra e teclado), Riccardo Floridia (bateria), Louie Raphael (baixo) e Fabrizio Tartarini (guitarra), se mostra mais uma boa banda dessa nova safra que vem dessas terras.
Com instrumental (muito) rápido e vocais guturais (base da sonoridade da banda), denominam-se uma banda de Epic/Folk Metal, mas bem que se enquadrariam em algumas outras vertentes. Só para ilustrar melhor, a sonoridade mais próxima que eu conheço é o Amon Amarth.
Senti falta de uma mistura “mais folk” no álbum, mas não é nada que desabone o trabalho da banda.
“From The Lighthouse”, “The Time And The Muse”, “Bloodstained Sun” e “Ironforged”, me chamaram a atenção pelas músicas em si, entretanto a ousadia de “White Overcast Line”, música de mais de 11 minutos e dividida em 6 partes (a saber: I. Above The Stars…, II. From The Origin, III. A Lifetime Ride, IV. The Primal Dream, V. Our Golden Days e VI. …Below The Clouds) e que compõe toda a vertente “Epic Metal” do álbum, é instrumental e passa longe de ser algo entediante. Quando se der conta de que não houveram vozes ainda, já terão se passado mais de 5 minutos de música. Ousadia, maluquice de músico, chame do que quiser, mas escute e depois me diga se tenho ou não razão.
O álbum é bom e merece que você dispense poucos mais de 50 minutos de atenção, mas você terá que esperar até Março, ou próximo disso, para ouvi-lo, pois segundo informações da própria banda, o álbum só sairá dia 10/03.
Anote na sua lista de novidades e, assim que possível, adquira este álbum. Divirta-se!
Mauro B. Fonseca





